"Grandes realizações não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas realizações." Vincent Van Gogh
sábado, 29 de outubro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
Repressão na escola...

O menino teria dito a ela que quer ser guitarrista e que sonha em tocar com o Iron Maiden. A diretora mostrou imagens de capas de CDs das bandas, na tela do computador, e o alertou que “todas fazem referência ao demônio, com imagens satânicas e que lembram a morte”.
domingo, 22 de maio de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
sábado, 4 de setembro de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
O Pequeno Príncipe

Título Original: The Little Prince
Gênero: Infantil
Tempo de Duração: 88 min
Ano de Lançamento: 1974
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Português
Legenda: Sem Legenda
Tamanho: 295 mb
Sinopse: O adorável e delicado clássico de inocência e descobertas, do autor Antonie de Saint-Exupéry, chegou às telas pisando firme nas areias do deserto do Sahara, com olhinhos voltados para as estrelas e espírito brilhante reavivado pelas canções de Ala Jay Lerner e Frederid Loewe. A história mágica de um piloto perdido no deserto e um menino vindo de um lugar distante. Juntos, eles compartilham experiências que divertem, encantam e tocam o coração. Alguém já aprendeu algo com uma raposa? Jà cuidou de uma rosa por ser a mais especial entre as outras? Já visitou um rei distante de tudo e de todos? Observou a maliciosa dança de uma serpente? O universo, ou melhor, a vida, é um lugar encantador, ainda mais quando se convive com O Pequeno Príncipe!
sexta-feira, 19 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Noites de um verão qualquer
Muito criativo e um tanto ESCOLAR...RsRsRs...
Confira!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Amigos pela Fé
Quem me dará um ombro amigo
Quando eu precisar?
E se eu cair? Se eu vacilar?
Quem vai me levantar?
Sou eu
Quem vai ouvir você
Quando o mundo não puder te entender?
Foi Deus
Quem te escolheu Pra ser o melhor Amigo
Que eu pudesse ter
Amigos pra sempre
Bons amigos que nasceram pela fé
Amigos pra sempre
Pra sempre
Amigos sim se Deus quiser
Quem é que vai me acolher
Na minha Indecisão?
se eu me perder pelo caminho
Quem me dará a mão?
Foi Deus
Quem consagrou você e eu
Para sermos bons amigos
Num só coração
Por isso eu estarei aqui
Quando tudo parecer sem solução
Peço a Deus que te guarde
E me dê sua paz.
Por: Pedro Siqueira .
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Criatividade...
OMO-OBA Histórias de Princesas
Olocum era uma princesinha que reinava uma região do oceano. Ela guardava em seu olhar e em seu corpo um grande mistério. Gostava de usar seu adé, sua coroa de algas marinhas enfeitadas com brilhantes pérolas negras. Apesar de toda a sua beleza, vivia envolta em mistério e o seu olhar guardava uma tristeza infinita e profunda. Todas as pessoas queriam saber o que Olocum escondia. Suas cores preferidas eram prata e verde-musgo.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Criança, a alma do negócio...
Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?
Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.
Tem muito tempo que assisti a este cocumentário da TV Cultura...
efim achei!
Mas são 6 partes, quem tiver o DOWNLOAD por favor repassem a mim!!!
Beijinhus
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Pelo amor de uma criança
Eu assisti...
*Filme / Drama
*
*Direção: Douglas Barr
*Elenco: Peri Gilpin, Teri Polo, Maria del Mar, John Pyper-Ferguson, Matthew Knight, Emily Hirst, Jake D. Smith, David McNally, Rod Heatheringston, Marty Antonini
*País: Canadá/EUA
*Ano: 2006
*Duração: 80 min
*Classificação: Programa para jovens e adultos
Baseado no romance "Silence Broken", de Sara O'Meara e Yvone Fedderson, o filme conta a história de duas mulheres - interpretadas por Peri Gilpin e Teri Polo - , na luta para denunciar os maus tratos que as crianças sofrem dos adultos. Elas recolhem e tratam de crianças abusadas, órfãs, depois que encontraram Jacob, um menino que estava amarrado a uma cama. Apesar da terapia, ele não esquece dos terríveis pesadelos. Os pais saem da prisão e querem a criança de volta. Os pesadelos continuam até a descoberta de que ele foi testemunha de um assassinato cruel.
sábado, 26 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
"Ler devia ser proibido"
Esta é uma pequena versão na voz de Lázaro Ramos:
A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebida. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Eu, Você, Todos pela EDUCAÇÃO
Meta 2 – Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos
Meta 3 – Todo aluno com aprendizado adequado a sua série
Meta 4 – Todo jovem com o Ensino Médio concluído até os 19 anos
Meta 5 – Investimento em Educação ampliado e bem gerido







